Letreiro turístico: mais um atrativo em Santos

Letreiros turísticos são um atrativo para turistas ao redor do mundo, que fazem questão de ser fotografados ao lado dos enormes letreiros trazendo o nome das cidades.

Pensando em criar mais este atrativo turístico para a cidade de Santos, o vereador Rui De Rosis apresentou requerimento sugerindo a instalação de letreiros turísticos no Parque Roberto Mário Santini, semelhante aos existentes em diversas outras cidades do mundo.

Lembrando cidades como Aruba, Amsterdam, Cancun, Montevideo, Salvador, Maceió, Aracaju, Porto Seguro, Florianópolis e Porto de Galinhas, que já possuem este tipo de letreiro, De Rosis fundamentou seu pedido na postagem do internauta Felipe Polesi, que criou uma imagem simulando um letreiro com nome de Santos.

Todos esses municípios são turísticos e possuem em comum grandes letreiros, símbolos das cidades, onde milhares de turistas aproveitam para fotografar uma lembrança bem característica”, ressaltou o parlamentar, acrescentando. “Certamente seria um grande atrativo turístico termos um letreiro deste porte, levando a divulgação do nome da nossa cidade entre turistas do mundo todo, como já acontece em tantas outras cidades”.

Caminhada Setembro Verde

,

Evento apoia doação de órgãos

A Caminhada Pela Vida visa conscientizar a população da importância da doação de órgãos.

Parque no Emissário é tema de Audiência Pública

No próximo dia 12/09, a Câmara Municipal realiza Audiência Pública sobre a regulamentação e normatização do Parque Roberto Mário Santini, no Emissário Submarino. O evento será presidido pelo vereador Rui De Rosis (MDB), que solicitou a audiência após receber dezenas de reclamações referentes à segurança e infraestrutura no Emissário Submarino.

“O objetivo é buscar soluções para que o Parque torne-se um local seguro e melhor para ser frequentado. Um espaço público como esse, de localização tão privilegiada, precisa ser bem aproveitado, modernizado e tratado como ponto turístico, recebendo atenção e cuidado especial”.

Inaugurado em 2009, o Parque ocupando área de mais de 40 mil m², é palco de diversos eventos, esportivos e culturais e vem sofrendo com insegurança, falta de manutenção nos equipamentos, entre outros problemas, que deverão ser debatidos em audiência pública, que deve acontecer em setembro, com data ainda a confirmar.

O Parque, além de abrigar o monumento da artista Tomie Othake, conta com pista de skate, ciclovia, playground, pista de patinação e de cooper e é frequentado por centenas de munícipes e turistas diariamente, para prática esportivo e lazer.

Fabio Paiva recebe título

Um dos maiores entusiastas da canoagem no Brasil, o atleta Fábio Paiva recebeu no último dia 30/08, na Câmara Municipal de Santos, pelas mãos do vereador Rui De Rosis, o título de cidadão emérito de Santos.

Paiva ajudou a criar dezenas de polos do esporte no país. Nascido na capital paulista, o atleta reside em Santos desde os cinco meses de idade. Filho de dois atletas santistas, Paiva construiu sua carreira esportiva na cidade de Santos. Aficionado pelo mar, aos 10 anos ganhou do pai o primeiro barco a remo. Engenheiro por formação, em 1984 venceu a sua primeira competição. Durante uma viagem à Espanha, na década de 90, conheceu a canoa havaiana e apaixonou-se pela modalidade, decidindo traze-la ao Brasil.

Abandonou a carreira de engenheiro para dedicar-se integralmente a canoagem. Em 1989 começou a fabricar canoas havaianas de forma quase artesanal, dando início a empresa Opium, pioneira em Canoagem no Brasil.

Primeiro campeão brasileiro de canoagem da história, no ano de 1985, na Volta a Ilha de Vitória, Fabio permaneceu 14 anos invicto no país. Primeiro brasileiro a disputar uma prova internacional, Paiva foi vice-campeão sulamericano no Uruguai e segundo lugar no Campeonato Mundial de canoagem oceânica na Volta a Ilha da Madeira.

Responsável pela introdução do esporte em mais de 15 bases espalhadas pelo Brasil, Fabio é organizador da Volta à Ilha de Santo Amaro e foi condutor da tocha dos Jogos Pan-Americanos de 2007, e da chama olímpico nas Olimpíadas de 2016, remando entre as cidades de Guarujá e Santos.

“Graças ao trabalho e a paixão de Fabio em fomentar este esporte, hoje Santos é considerada a Capital da Canoagem no Brasil”, ressalta Rui De Rosis, autor da homenagem.

Recicla Centro: parlamentar quer ampliar projeto

Buscando ampliar a coleta de material reciclado na cidade e gerar renda para catadores de lixo e moradores de rua, o vereador Rui De Rosis solicita que o projeto Recicla Centro seja ampliado para o restante da cidade, em especial em regiões comerciais.

O Projeto Recicla Centro reúne cooperados da ONG Sem Fronteiras para realização de coleta de material reciclável deixado por comerciantes da região do centro de Santos.

Trata-se de uma iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente onde os cooperados utilizam recicletas – que são triciclos com caçamba, para o transporte desse material, com capacidade de 150 quilos em média.

“Desta forma, o comércio, os cooperados da ONG Sem Fronteiras e também o município é beneficiado, com a reintrodução dos materiais reciclados na cadeira produtiva da reciclagem, além da promoção da cidadania com pessoas carentes, em especial catadores de lixo e moradores de rua”, explica o vereador.

De Rosis lembra que o projeto não anula a coleta seletiva tradicional. “É uma opção a mais para o descarte adequado do lixo reciclado, além da coleta seletiva semanal tradicional”.

Redes de drenagem nas redes de esgoto

O modelo de drenagem de esgoto de uma cidade Australiana foi tema do requerimento de autoria do vereador Rui De Rosis, que apresentou em plenário a sugestão de instalação de redes de drenagem como forma de reduzir a descarga de lixo nos sistemas de drenagem na cidade.

Instaladas nas tubulações de concreto, as redes são capazes de recolher toneladas de detritos como comidas, garrafas, folhagens e outros materiais que inadequadamente acabam saindo nas redes de esgoto.

“Acredito que seja possível copiar este modelo de sucesso em nosso sistema de drenagem de uma forma barata, evitando assim a poluição de nossos rios e mangues, além de alagamentos, já que sem detritos a drenagem seria facilitada”, salientou o vereador em sua propositura.

De Rosis questiona projeto no Centro de Cultura Patrícia Galvão

O gasto de mais de 700 mil reais com o Centro de Cultura Patrícia Galvão foi levado a plenário pelo vereador Rui De Rosis, que questiona o gasto com o projeto da obra que não tem prazo para iniciar nem verba destinada.

“Fiquei momentaneamente feliz ao ler o jornal de sábado, que traz a seguinte manchete: ‘Centro de Cultura terá reforma inédita – Santos fará primeira grande reformulação’”, comentou De Rosis no início de sua fala.

O questionamento do vereador refere-se ao contrato firmado com a empresa Katinsky, no valor de 731 mil reais, pago com o Governo do Estado que, segundo reportagem, recebeu aval para criar e modificar o que desejar, o que impossibilita prever o custo estimado da obra.

O projeto deve ser entregue em um ano. Porém, a reforma do Centro, que abriga Teatro Municipal Braz Cubas, Teatro Rosinha Mastrangelo, Museu da Imagem e do Som, Hemeroteca, Galerias de Artes, além da sede da Secretaria de Cultura, não tem prazo para início.

“Eu, se contratasse um arquiteto para fazer um projeto para minha casa, daria obviamente a ele um direcionamento daquilo que desejo e do quanto eu posso gastar. É claro que para buscarmos a verba é preciso ter um projeto elaborado, mas se não há nenhuma perspectiva de verba, não seria mais plausível, talvez, gastar estes mais de 700 mil em reparos emergenciais no local? Precisamos ter mais responsabilidade com o dinheiro público”.

Coletiva clandestina de lixo reciclado

Pouco mais de um ano após apresentar a primeira denúncia sobre a coleta clandestina do lixo reciclado em Santos, o vereador Rui De Rosis (MDB) volta a abordar o tema em plenário, ressaltando que a prática permanece.

Segundo De Rosis, munícipes de vários bairros da cidade relatam a existência de um caminhão que recolhe irregularmente o lixo limpo, passando pelos bairros horas antes do caminhão oficial.

Em maio de 2017 o vereador já havia apresentado o requerimento nº 1674/2017, de mesmo assunto. “Recebemos como resposta a informação de que a Secretaria de Meio Ambiente, junto a Guarda Municipal, a CET e a Política Militar, estariam realizando blitz em conjunto para coibir a ação dos catadores clandestinos”, salientou o edil.

Na nova denúncia, De Rosis solicitou providências para que seja coibido esse tipo de recolhimento irregular, que prejudica a coleta oficial realizado pela PRODESAN e gerido pela SEMAM.

Ponta da Praia é alvo de bandidos

 

Após inúmeros casos de assaltos no bairro do Marapé, agora é a vez da Ponta da Praia passar por problemas de insegurança. Durante a sessão do dia 4 de junho, o vereador Rui De Rosis trouxe à plenário o relato de moradores do bairro sobre os frequentes casos de assaltos.

Segundo De Rosis, os marginais atuam livremente na Ponta da Praia. Eles agem em bicicletas, em plena luz do dia, em especial nas proximidades de comércios, agindo de forma violenta e roubando cordões e pulseiras de ouro, relógios e celulares.

“Estamos perto do caos da segurança pública. A cidade está cada dia mais perigos e violenta. A polícia nos abandonou, pois não tem um contingente condizente com o tamanho da cidade”, afirmou o vereador, solicitando ao Comando do 6º Batalhão da Polícia Militar do Interior e à Secretaria de Segurança Pública a intensificação do policiamento da região.

Os casos tem ocorrido em sua maioria em toda extensão da Avenida dos Bancários e ruas transversais, mas os marginais também agem na avenida da praia, canais 6 e 7, Rua Jurubatuba, Praça Rebouças, entre outros pontos.

“O Deputado Paulo Correa disse na Assembleia esta semana, que Santos terá um maior contingente aos finais de semana. Mas o nosso problema é também nos dias de semana, é no dia a dia. Precisamos de coragem no enfrentamento. Não podemos ficar a mercê desses vagabundos”.

 

Ação de guardadores de carros preocupa

O grande número de guardadores de carros que se reúnem no Teatro Municipal Braz Cubas aos finais de semana foi um dos assuntos debatidos pelo vereador Rui De Rosis na última sessão da Câmara, questionando as autoridades sobre o planejamento da segurança nos dias de eventos culturais.

Segundo o parlamentar, nas datas em que há apresentação teatral, quase 20 guardadores de carros entram em ação, na tentativa de conseguir algum dinheiro em troca de cuidar dos carros estacionados na Avenida Senador Pinheiro Machado e imediações.

Em plenário, De Rosis deu como exemplo os dias de apresentações infantis, em que os homens aproveitavam-se do público, em sua maioria mulheres com crianças, para coagi-las a darem dinheiro para usufruírem o direto de estacionarem em via pública.

“Eles praticamente extorquem as mulheres, sem qualquer cerimônia, inclusive com a justificativa de que poderiam trocar dinheiro, caso a mesma não tivesse trocado para dar-lhes, exigindo que o pagamento da guarda do veículo fosse adiantado”, explicou o vereador, solicitando providências, para que sejam intensificadas as rondas nos equipamentos culturais em dias de eventos.