Insegurança no Marapé

Um dos assuntos debatidos pelos vereadores durante a sessão da última quinta-feira (17/05) foi a falta de segurança no bairro do Marapé. O vereador Rui De Rosis apresentou requerimento tratando do assunto, lembrando os recentes casos de assaltos e até de sequestros ocorridos nas imediações da Rua Saturnino de Brito.

“Inclusive há fotos na internet circulando nas redes sociais, do suposto assaltante. O meliante assalta em plena luz do dia, o que tem deixado os moradores do bairro com sensação constante de insegurança”, ressaltou De Rosis, solicitando poda de árvores para melhoria da iluminação, além de providências urgentes junto a Secretaria de Segurança e junto a Polícia Militar.

 

Autoridades debatem cardiopatias

As dificuldades da população da região da Baixada Santista em tratar os casos de cardiopatia congênita, por falta de estrutura e de equipe adequada, foram o foco principal da audiência realizada na noite do dia 8 de maio, na Câmara Municipal de Santos. Na véspera da audiência pública, mais um bebê morre em decorrência da patologia, que mata um a cada três bebês nascidos na região com esta doença.

Presidida pelo vereador Rui De Rosis, a audiência contou com a presença de diversas autoridades da saúde, entre elas: o Secretário de Saúde de Santos, Fabio Ferraz; a Diretora do Departamento Regional de Saúde da Baixada Santista/ DRS IV, Paula Covas; o Gerente Médico da Central de Regulação Médica do Estado (CROSS), Dr. Domingos Guilherme Nápoli; e o presidente do Conselho Municipal de Saúde de Santos, Luiz Antônio da Silva.

Também estiveram presentes: o Diretor Executivo da AGEM, Hélio Hamilton Vieira; o Diretor Administrativo e Financeiro da Santa Casa de Santos, Augusto Capodicasa; além de representantes do Conselho Federal de Enfermagem, do Conselho Municipal de Saúde de Santos, e da Comissão de Saúde Pública de Santos.

Debateu-se, entre outras questões, a possibilidade de a Santa Casa de Saúde absorver esta demanda, a necessidade da criação de um centro de referência na região, além das dificuldades dos pacientes em conseguirem a transferência necessária para os centros de saúde da Capital.

 

Também foram relatados a falta de vagas em Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica na região e o alto índice de mortalidade infantil da Baixada, que tem os maiores números de todo o Estado de São Paulo.

Não se trata de um problema recente. A falta de vagas nas Unidades de Terapia Intensiva na Baixada Santista causou a morte de, pelo menos, cinco bebês que nasceram com cardiopatia congênita e não conseguiram atendimento especializado na região, nos últimos cinco anos.

A Baixada Santista conta com apenas 55 leitos de UTI Neonatal, e nenhuma delas é apropriada para o tratamento cardíaco. “Os dados são alarmantes. Mas é importante lembrarmos que não estamos falando de números ou estatísticas, estamos falando de vidas perdidas, de famílias dilaceradas. Estamos falando de negar o direito à vida a um bebê recém-nascido, por falta de infraestrutura para o tratamento de uma doença que pode ser diagnosticada ainda durante a gestação”, falou emocionado o vereador De Rosis, ao abrir a audiência.

Cardiopatia congênita é qualquer anormalidade no coração de bebê, que se forma nas primeiras 8 semanas de gestação. “É inaceitável que a famílias tenham que ir a São Paulo para ter atendimento adequado. Sem falar nas filas que essas crianças enfrentam para conseguir o tratamento necessário”.

Cardiopatia congênita é tema de audiência pública

As dificuldades da população da região da Baixada Santista em tratar casos de cardiopatia congênita em bebês serão debatidas em audiência pública na Câmara Municipal de Santos, que acontece no próximo dia 8 de maio, às 19 horas, no auditório Zeny de Sá Goulart.

Presidida pelo vereador Rui De Rosis, a audiência trará à tona a falta de vagas de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) cardíaca pediátrica na região e os recentes casos de famílias que sofreram com a ausência do serviço especializado na Baixada, levando inclusive alguns bebês a óbito.

“A audiência possibilitará reunir os poderes Executivo e Legislativo de várias cidades da região, em busca de soluções metropolitanas para esse problema”, salienta o vereador.

Foram convidados representantes dos poderes Executivo e Legislativo das cidades, além de autoridades da área da saúde de toda a Baixada, entre elas a coordenadora do Departamento Regional de Saúde da Baixada Santista – Santos – DRS IV, Paula Covas.

A cardiopatia congênita é detectada ainda durante a gestação. Com isso, é possível saber com antecedência da necessidade das vagas em UTI Neonatal cardíaca. “As gestantes conseguem muitas vezes uma decisão na justiça, mas nada muda. Elas lutam pela vida dos filhos. Convivem durante a gravidez com a ideia de que seu filho pode morrer. Isso é inconcebível”, desabafa De Rosis.

ESTATÍSTICAS – A cada três bebês nascidos na Baixada Santista com cardiopatia congênita, um morre. A Baixada Santista conta com apenas 55 leitos de UTI Neonatal, e nenhuma delas é apropriada para o tratamento cardíaco. Em todo país, faltam mais de 3 mil leitos de UTI Neonatal.

 

 

Vacinação para acamados

Visando facilitar a vacinação de gripe dos idosos acamados, o vereador Rui De Rosis apresentou requerimento questionando a Secretaria de Saúde sobre o atual procedimento de agendamento das vacinas.

Segundo De Rosis, o sistema sofreu alteração de 2017 para 2018, quando funcionava com agendamento por telefone. “Este ano o mesmo tem que ser realizado presencialmente, dificultando o agendamento daqueles que não podem locomover-se até as policlínicas”, salientou o parlamentar.

 

Praça da Independência precisa de reparos    

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Coração do bairro do Gonzaga, a Praça da Independência necessita de manutenção e limpeza. Considerado um dos grandes cartões postais de Santos, o local está com capinação por fazer, conforme fotos apresentadas junto ao requerimento de autoria do vereador Rui De Rosis, na sessão da última quinta-feira (03/05).

“Quem passeou pelo bairro no último feriado viu uma praça abandonada, com lixo e mato por cortar”, enfatizou o vereador De Rosis, que solicitou o serviço de zeladoria, questionando os órgãos competentes quanto a frequência da realização dos serviços de limpeza e manutenção.

Aquário e Concha Acústica sofrem com fortes chuvas

Quem visitou o Aquário Municipal de Santos no último final de semana teve que desviar das goteiras e poças de água da chuva, decorrentes das infiltrações em vários pontos do equipamento.

A denúncia foi feita pelo vereador Rui De Rosis, que trouxe o assunto a plenário na sessão da última segunda-feira (dia 16/04), relatando ter visitado o Aquário em dia de fortes chuvas.

“É lamentável que um equipamento turístico tão importante esteja nesta situação”, comentou De Rosis, lembrando que o Aquário é um dos parques mais visitados do Estado de São Paulo e pedindo urgentes providências quanto aos reparos necessários no local.

CONCHA ACÚSTICA – Ainda sobre as fortes chuvas do último final de semana, De Rosis apresentou requerimento pedindo melhorias no sistema de escoamento da Concha Acústica, que ficou completamente inundada nos últimos dias. Lembrando que a Concha foi recentemente reformada, o vereador pediu providências urgentes.

De Rosis quer reformular Domingo de Lazer

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Preocupado com a mobilidade urbana, o vereador Rui De Rosis apresentou requerimento sugerindo ao Executivo que o projeto Domingo de Lazer seja revisto. A propositura foi elaborada após um grande congestionamento formar-se na cidade no último dia 25 de março, devido à interdição da orla da praia, fazendo com que dezenas de pessoas perdessem uma prova de concurso público por conta do trânsito.

Para De Rosis, nos meses de temperaturas elevadas, feriados, férias e também nos dias em que grandes eventos e concursos ocorram no município, o projeto não deveria acontecer na avenida da praia.

“Santos conta com inúmeros equipamentos, onde é possível implantar o Domingo de Lazer, levando a população a ocupar praças e espaços públicos como Orquidário, Jardim Botânico e Parque Roberto Mario Santini, tudo com a infraestrutura e a segurança necessários”.

Justificando seu pedido de reformulação no projeto, o vereador enfatizou. “Que fique claro: não sou contra o Domingo de Lazer, desde que seja feito de forma saudável e sem prejudicar a cidade, nem atrapalhar o restante da população”.

Para ele, a iniciativa rivaliza com o maior atrativo do santista, a praia. “Ela (praia) é nosso espaço de lazer mais democrático. Temos uma orla ampla, arborizada e repleta de oportunidades para atividades como passear com os animais, brincar com as crianças, praticar atividade física como caminhada, corrida, andar de bicicleta, skate ou patins”.

Reforçando seu pedido, De Rosis lembra que outro ponto importante a ser revisto é a sinalização e a infraestrutura de trânsito nos dias do projeto, que precisam ser reforçados, com divulgação ampla da interdição e rotas alternativas bem definidas, visando a fluidez do trânsito. “Precisamos ter o menor impacto possível na nossa mobilidade, já tão prejudicada pelo crescimento da cidade nos últimos anos”.

 

 

 

Insegurança no Emissário

Após o assalto sofrido no Emissário Submarino pelo vereador da Capital Paulista, Adilson Amadeu, na última sexta feira (16/03), o vereador Rui De Rosis voltou a usar o plenário para pedir mais segurança no Parque Roberto Mário Santini.

“Conversei com o nobre colega, expressando minha solidariedade e indignação, e relatando que estou com ele nesta luta, pois venho falando deste assunto semanalmente nesta Casa”, salientou De Rosis, acrescentando.

“Desta vez, o alvo foi o vereador Adilson. Mas diariamente os assaltos acontecem em nossa cidade e tantos Joãos, Marias ou Paulos são colocados em risco, são agredidos e roubados, estando a mercê dos bandidos.”

Após o ocorrido, o vereador da Capital encaminhou ofícios às autoridades policiais do Estado de São Paulo, solicitando melhorias no policiamento em Santos. Nos documentos, o parlamentar paulistano ressalta que existe “disparidade” entre a segurança oferecida na temporada (Operação Verão), quando aumenta o efetivo policial, e fora do período de férias.

Para De Rosis, não à toa o palco deste episódio foi o Emissário Submarino. “Um equipamento que há tempos pede socorro. Quem visita o local sente a sensação de abandono e insegurança”.

Vereador quer incentivo ao Cata Treco

O vereador Rui de Rosis sugeriu em plenário que sejam realizadas campanhas de conscientização para descartes de entulho nas redes sociais e demais meios de comunicação, como rádio e televisão.

Em requerimento, o vereador solicitou que sejam incentivadas as denúncias dos descartes irregulares, que são feitas via Ouvidoria Pública. Proibido pelo Código de Posturas, o não cumprimento da lei prevê multa a partir de R$ 500,00, que pode dobrar em caso de reincidência.

Apesar da Prefeitura de Santos contar com o serviço denominado Cata Treco, que recolhe móveis, eletrodomésticos e outros objetos mediante agendamento, ainda é comum ver diversos pontos da cidade onde diariamente os entulhos são deixados irregularmente.

“Parte da população ainda ignora a existência e a importância do serviço de Cata Treco, que pode ser agendado gratuitamente para retiradas destes materiais, para destinação adequada do lixo. Precisamos incentivar o uso deste serviço e criar uma cultura de descarte adequado de lixo”, afirma o vereador.

Desde sofás, móveis antigos e entulhos em geral, tudo é depositado nas calçadas, causando transtornos que vão desde focos de dengue até contribuir com as enchentes. “O que infelizmente muitos ainda não entendem é que, ao fazer o descarte irregular, deixamos de ter um problema individual e passamos a ter um problema coletivo”, ressalta o vereador Rui De Rosis.

Agendamento do Cata-Treco: 0800-7708770

Ouvidoria – Os infratores podem ser denunciados pelos telefones 0800-112056 (Ouvidoria) ou 153 da Guarda Municipal.

Balneabilidade das praias

Após um final de semana de sol e praias cheias, o vereador Rui De Rosis foi a plenário relatar um pouco das reclamações que recebeu de diversos munícipes sobre a situação de sujeira das praias.

“Nossos quase 10 kms de praias ainda são o principal e maior atrativo da nossa cidade. Porém, o belo cenário tem sido manchado pela sujeira frequente encontrada em nossas praias”, ressaltou o vereador.

Segundo De Rosis, a beira do mar estava repleta de uma espécie de lodo avermelhado, as areias abarrotadas de bitucas de cigarros, além de sacos de arroz, garrafas plásticas, entre outros materiais. O medebista lembrou também da situação dos chuveirinhos, que frequentemente estão cheirando a urina.

“Quero chamar atenção aqui para este assunto, antes que seja tarde, antes que nossa bela praia, nosso bem natural tão precioso, ganhe fama de mais uma praia suja, antes que os turistas elejam outro destino para substituir o passeio no próximo feriado, ou nas próximas férias.  Precisamos cuidar com mais carinho do nosso maior cartão postal”.